The Subjecters

alta resolução
Subjecter
Thomas Hirschhorn em la casa encendida – Sala A



Thomas Hirschhorn
“The Subjecters”
la casa encendida – Madrid
até dia 05 de Janeiro de 2010

Comissário: Ignacio Cabrero



“The Subjecters”, primeira exposição individual do artista Thomas Hirschhorn em Madrid, é, segundo o artista, um “comentário sobre o mundo em que vivemos, esgotado, caótico, cruel, mas por sua vez também harmonioso e encantador”. Podem-se ver instalações, esculturas, e montras com manequins no seu interior.

O trabalho de Thomas Hirschhorn (Berna 1957), caracteriza-se por ser uma reflexão comprometida sobre a realidade contemporânea. Fazendo uso das distintas disciplinas, como a escultura, o vídeo ou a instalação, Hirschhorn desenvolve um trabalho que se liga à crítica social e política.

Através da utilização de materiais do quotidiano, como a fita adesiva, o cartão, fotocópias, ou, neste caso, manequins, representa situações universais de forma transversal e directa. Através dos manequins que nos apresenta Hirschhorn em jeito de representação do “Nós”, fala-nos de uma “ferida universal”, que quer dar forma à afirmação “Eu sou responsável por todas as feridas”.

O artista produziu duas novas peças: “Tool Vitrine” e “Subjecter”, que dá título à exposição. Na vitrina “Tool Vitrine” um manequim parece querer acertar-nos com um martelo, mas também poderia estar simplesmente a cumprir com o seu trabalho, rodeado por todo o tipo de ferramentas. São utensílios familiares aos habitantes das zonas industriais como Aubervilliers, de onde se encontra o estúdio do artista. No meio das ferramentas, como se de uma manual de instruções se trata-se, está a “Ética” de Spinoza, um dos livros favoritos de Thomas Hirschhorn. Na obra “Subjecter”, um só manequim completamente perfurado com pregos, aparece fora das vitrinas, como uma representação fetichista de uma figura humana.

Nas obras se pode observar que os manequins estão “conectados” com a sociedade, e através das tatuajens sobre a superfície de “4 women”, e através das revistas que enfatizam o cuidado do corpo na vitrina “Mono Vitrine (Interview)”, dos livros de arte sobre Goya que nos recordam os desastres da guerra em “Mono-Vitrine (Goya)”, as ferramentas na peça “Tool Vitrine”, o os bonequinhos manga em “INGROWTH”. Completa-se a exposição com duas instalações situadas no centro da sala, “Black & White Hemisphere” e “The One World”.



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