ERROR

vista da instalação no espaço Sótão em Caldas da Rainha
cortesia do artista



ERROR





Tiago Margaça
10 MAR » 10 ABR 2010
Inauguração no dia 10 de Março às 21:30

http://error.creare.pt

PerFormas – estúdio de artes performativas
Teatro Avenida, Largo do Mercado, 1
3800 – 223 Aveiro

curadoria de Jorge Reis


Press-release



«O maior erro que se pode cometer, é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.» (William Shakespeare)

ERROR é a primeira intervenção produzida pela organização cultural de Aveiro CREARE no edifício do antigo Cine-Teatro Avenida em Aveiro, com o apoio e co-produção do estúdio de artes performativas PerFormas.

Em ERROR as paredes internas do edifício são a ’folha de papel vazia’ de Tiago Margaça, jovem artista plástico de Aveiro. A ausência dos limites apela a um preenchimento arbitrário das paredes com os desenhos a tinta-da-china do artista. Os desenhos propagam-se pelas paredes do edifício numa sensatez do traço natural e espontâneo. O erro acontece por haver um controlo excessivo para que ele não aconteça.



Informação prática








T. 234 192 331 | 234 192 780
E. performas@performas.org
S. http://performas.org



organização CREARE








T. 234 189 672
E. geral@creare.pt
S. http://creare.pt

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Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan, Untitled, 2003
Courtesy Rachofsky Collection, Dallas, TX
© Maurizio Cattelan Photo: Michael Bodycomb



Maurizio Cattelan
February 12 – August 15, 2010

The Menil Collection
1515 Sul Ross Street
Houston, Texas 77006
Tel 713-525-9400
Fax 713-525-9470

http://www.menil.org

Curated by Franklin Sirmans



Press-release

Contemporary Italian artist Maurizio Cattelan (b. 1960) is known for his witty embrace of semantic shifts that result from imaginative plays with materials, objects, and actions. In his work, contradictions in the space between what the artist describes as softness and perversity wage a sarcastic critique on political power structures, from notions of nationalism or the authorities of organized religion to the conceit of the museum and art history. Like the traditions established by Dada and Surrealism, his uncanny juxtapositions uproot stable understandings of the world around us. For Cattelan ev

en the banal is absurd. As he has said, “Comedians manipulate and make fun of reality. Whereas I actually think that reality is far more provocative than my art.”

The exhibition at The Menil Collection, organized by Franklin Sirmans, curator of modern and contemporary art, will be the artist’s first solo show in Texas. The exhibition will focus on recent large-scale works that premiered in Europe in 2007 and will feature sculptures that range in tone from the melancholic and politically contentious to the decidedly irreverent. It will include the monumental and unsettling memento mori, Untitled, 2007, a suspended taxidermied horse with its head buried in the wall, and Ave Maria, 2007, a series of saluting arms that extend from the wall. The translated title “Hail Mary” remains intentionally ambiguous, much like the various cultural meanings conjured up by gestures of allegiance.

Cattelan will also realize additional works for the exhibition in response to site visits to The Menil Collection campus and the museum’s world-famous collection of Surrealist works. Significantly, these pieces will also mark the artist’s return to sculpture-based practice. For the last five years his work has largely centered on publishing and curating. Projects have included the founding of “The Wrong Gallery” in 2002 and its subsequent display within the collection of the Tate Modern from 2005 to 2007; collaborations on the publications Permanent Food, 1996– 2007, and Charley, 2002–present (the former an occasional journal comprising a pastiche of pages torn from other magazines, the latter a series on contemporary artists); and the curating of the Caribbean Biennial in 1999 and the Berlin Biennial in 2006.



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Manual de sobrevivência dos artistas! (galerias comerciais)

Como será que um artista se auto-sustenta? Muitas pessoas que não são artistas pensam acerca disto, e muitos jovens artistas também o pensam!

Como será que um artista faz dinheiro? Muitas pessoas questionam-se acerca disto, mas muitos artistas não fazem a menor ideia de como realmente fazê-lo! No senso comum, fazer dinheiro = vender as minhas obras de arte, mas existem inúmeras maneiras de o fazer!



1.
Como hás-de vender o teu trabalho?
Galerias comerciais



Geralmente as galerias comerciais vendem o trabalho dos artistas à comissão. Normalmente as galerias comerciais comissariam cerca de 40% a 50% da venda do trabalho. Isto é determinado por contracto com o artista. Uma vez haja um acordo contratual com a galeria ou numa relação verbal (não aconselhável) com a galeria. É preciso ter-se em conta que a palavra só vale o que vale quando escrita, por isso mesmo que não se vá pelo caminho contratual nunca se deve confiar na palavra amiga que sai da boca simpática do galerista. A comissão dos 40% a 50% que por norma as galerias comerciais aplicam, não bem vista pelos artistas, mas se se tiver em conta que os materiais para a realização do produto são muitas vezes financiados pelas galerias, e que também estas têm a obrigação de publicitar ao máximo o nome do artista. Por isso valerá sempre a pena a boa vontade e ceder aos 40 ou 50%, porque afinal de contas “a coisa” fica ela por ela.

Contudo existe duas questões que de certeza já devem ter passado na cabeça de qualquer um de vós. A primeira é “são as galerias comerciais essenciais para uma carreira artística?”. E a segunda “como se consegue ser representado por uma galeria?”.



Serão as galerias comerciais essenciais para uma carreira de artista plástico?

Uma grande parte dos últimos 100 anos, os artistas venderam os seus trabalhos através de galerias comerciais. O que se pode esperar, ou não, da representação numa galeria? É uma questão que deve permanecer na tua cabeça durante a leitura deste guia!

Atrás foi apresentada uma das maneiras de como um artista pode ser representado por uma galeria comercial – através de um contracto que estabelece as percentagens de comissão tanto para uma parte como para a outra. No entanto existem muitos outros tipos de contracto que pode ser realizado com a galeria:



Contracto de consignação

Um contracto de consignação é escrito quando o artista especifica um número exacto de obras para a galeria, para que esta venda durante um tempo determinado. É feita uma lista das obras que foram consignadas. O tempo que as obras ficam consignadas à galeria é determinado pelo artista, para que, caso algumas obras não sejam vendidas, as obras retornam ao artista. Uma deadline de pagamento deve ser também acordada entre as partes. Usualmente as galerias totalizam o pagamento ao artista das obras vendidas que foram vendidas num prazo de 60 dias (ou dois meses). Normalmente este tipo de contracto é formalizado quando se trata de mostrar colectivas.



Contracto de representação

Este tipo de contracto dá à galeria o direito de vender qualquer um dos trabalhos que o artista produz. A galeria comercial ou os negociantes de arte passam a ser os representantes exclusivos do artista e são elas que passam a representar-te como um dos artistas da galeria. Este tipo contracto dá o privilégio de se ter exposições a solo na galeria contratante. As exposições podem, ou não, estar discriminadas no contracto. Este tipo de moderações contratuais podem parecer limitativas para o artista, mas podem ser também uma maneira de o artista ter uma segurança a nível financeiro, caso o trabalho venda bem. Este tipo de relacionamento da galeria com o artista, é um dos mais fechados entre todos.



Outros acordos

Muitos outros acordos podem existir entre um artista e uma galeria, por exemplo, uma galeria da tua área pode querer representar-te e mostrar o teu trabalho especificamente e apenas só nessa área geográfica, contudo isso dá liberdade para que se possa procurar por uma representação numa outra galeria fora dessa área.

Muitas galerias não vão aceitar um contracto que comprometa a representação da tua carreira. Provavelmente numa primeira fase de antecipação ao contracto de representação, as galerias optam por mostrar o teu trabalho numa colectiva ou até mesmo numa exposição a solo apenas com o intuito de perceber a receptividade do público. Qualquer uma destas escolhas será sempre uma óptima oportunidade para mostrares o teu trabalho e qualquer esforço da tua parte para venderes o teu trabalho será muito bem vinda pela galeria e pode muito bem colocar-te a um passo de seres representado pela galeria, que estabelece, desde logo, uma afinidade na tua relação com a galeria.



As tuas obras vão estar no mercado da Arte

Uma das vantagens em ser representado por uma galeria de arte comercial é o facto de em retorno receberes a tua parte da comissão que ficou acordada em contracto e ainda mais importante que isso o teu trabalho será promovido. As práticas comuns das galerias são as newsletters, os press releases, distribuir ou disponibilizar no site da galeria os press releases para a comunicação social, as inaugurações são pagas pela galeria, pagam os transportes de entrega das obras quando necessários e se discriminado em contracto, responsabilizasse pela gestão da informação textual e das imagens do teu trabalho para a imprensa e outras instituições da comunicação social. Estas vantagens permitem-te focalizares-te no unicamente no teu trabalho alargando o espectro de visibilidade do teu trabalho. Contudo é sempre bom não encarregar exclusivamente a galeria da promoção do teu trabalho. Cada vez mais um artista tem que se munir de ferramentas de comunicação capazes de facilmente abranger um público interessado. Por isso aconselho duas maneiras de o fazer sem custos; a primeira é a construção de um blogue e a segunda é ter uma conta no facebook. Isto é mais que suficiente para se promover com sucesso aquilo que fazemos e à maneira que tu bem entenderes. O blogue é uma boa solução para aproveitar visitas que despertaram curiosidade no teu trabalho através da bem sucedida comunicação da galeria, e querem saber mais. Por isso no blogue não se faz a repetição do espaço que te é reservado no site da galeria. Aconselho a colocar coisas diferentes e algumas entrevistas para apresentar um grau de credibilidade satisfatório.



O prestígio de uma galeria

Alguns artistas são mais famosos que outros. Algumas galerias são mais famosas que outras. Qual deles vem primeiro; o artista famoso ou a galeria famosa? Isto é uma questão do ovo e da galinha. Seria extraordinário ser escolhido por uma galeria famosa logo no final de um curso superior, mas isto só acontece com pouca frequência. As galerias têm reputações e tu deves prestar muita atenção a isso. Uma galeria que não seja famosa mas que tenha uma boa estratégia de promoção de novos artistas, será se calhar a melhor coisa a acontecer antes de se ser representado por uma galeria famosa. Numa galeria famosa o teu trabalho terá uma espaço muito mais restrito e será “abafado” por grandes nomes. Não é que eu acha que exista melhores artistas que outros, porque isso estou eu seguro que não existe, mas o mercado vê as coisas assim! “Se é caro é porque é bom”.



As galerias vendem o teu trabalho

Os contactos que a galeria tem e que vai adquirindo à medida que a sua estratégia de comunicação é filtrada, são um bom instrumento para vender o teu trabalho. Os galeristas conhecem coleccionadores que podem ter interesse no tipo de Arte que fazes. Maioria dos coleccionadores usam os galeristas como muletas que os ajudam a definir um linha de compra para as suas colecções, mas outros não. Algumas galerias relacionam-se com outras galerias noutras cidades, tornando possível um alargamento geográfico do teu trabalho, na mesma medida que possibilita outros públicos, também eles interessados mas com menos capacidade de mobilidade, verem o teu trabalho e provavelmente comprarem-no. Mais importante que isto tudo é a galeria relacionar-se com museus que ajuda a vender o teu trabalho e acima de tudo legitimar o teu trabalho. Por isso é importante saber-se previamente que ligações tem a galeria com outras galerias e museus. Essa informação pode ser conseguida se se pedir a um dos artistas representados pela galeria. Isto será, por certo, um factor determinante para acalçares as tuas ambições.



O espaço indicado para mostrares o teu trabalho

O espaço onde um objecto de arte é mostrado, tem uma grande influência em como o público o interpreta. Se o objecto for mostrado num espaço com demasiado ruído visual, o objecto fica tímido e a intensidade perde-se condenando-o ao fracasso, e isso não é em nada o destino que se quer para o trabalho de um artista. As galerias comerciais, por norma, têm um especial cuidado na manutenção do espaço e na manutenção integra das obras que a ela ficaram ao encargo. As galerias podem trabalhar com curadores ou comissários ou o galerista ter uma certa noção correcta da curadoria de uma exposição. Pelo menos deve haver uma preocupação em perceber qual a metodologia de desenho e planificação das exposições da galeria, e nada melhor que visitar a galeria para ver regularmente as exposições dos artistas que ela representa.



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folhas, páginas e outros desenhos…

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www.isabelbaraona.com



ISABEL BARAONA
“folhas, páginas e outros desenhos”
exposição individual & lançamento do livro azul

14 de Novembro e 12 de Dezembro de 2009 | de 19 de Janeiro a 6 de Fevereiro de 2010
De 3ª a Sáb. das 15h às 19h. (Encerra: Dom., 2ª. e Feriados)
Rua Dr.Cândido Guerreiro, 26-30, Faro.

Inauguração: 14 de Novembro de 2009, Sábado, das 18h às 20h30.
Apresentação no Pátio de Letras: 13 de Novembro de 2009, sábado às 22h.

As obras apresentadas servem-se do desenho como forma privilegiada de investigação e inventariação de si na sua condição de jovem mulher. Logo aí, o manuseamento da tesoura, da agulha, da linha e a mancha vermelha no tecido, investigam códigos de separação dos sexos, sobretudo os que socialmente determinam o feminino. Depois, assumida plenamente a condição adulta, ainda que não abandonando o recorte e a colagem, é sobre o papel bidimensional que o lápis, o aparo ou o pincel, se impõem como meios de exteriorização de um mundo improvável, fantástico, terno e terrível, em que a maravilha da fábula se confronta com a crueldade e o medo, e em que o sonho é sempre perturbado pela crua realidade.

Na Artadentro, Isabel Baraona apresentará um vídeo e desenhos originais, destinados a publicação, integrando a série “os Livros de cores”, que compreende os títulos: “grafite”, “vermelho”, “negro”, “azul” e o desdobrável “is this me?”. Logo após a inauguração desta mostra na Artadentro, a autora fará uma apresentação da sua obra, ás 22h00, no Pátio de Letras, onde os seus “livros de artista” estarão à disposição do público.



Artadentro,
Vasco Vidigal



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The Subjecters

alta resolução
Subjecter
Thomas Hirschhorn em la casa encendida – Sala A



Thomas Hirschhorn
“The Subjecters”
la casa encendida – Madrid
até dia 05 de Janeiro de 2010

Comissário: Ignacio Cabrero



“The Subjecters”, primeira exposição individual do artista Thomas Hirschhorn em Madrid, é, segundo o artista, um “comentário sobre o mundo em que vivemos, esgotado, caótico, cruel, mas por sua vez também harmonioso e encantador”. Podem-se ver instalações, esculturas, e montras com manequins no seu interior.

O trabalho de Thomas Hirschhorn (Berna 1957), caracteriza-se por ser uma reflexão comprometida sobre a realidade contemporânea. Fazendo uso das distintas disciplinas, como a escultura, o vídeo ou a instalação, Hirschhorn desenvolve um trabalho que se liga à crítica social e política.

Através da utilização de materiais do quotidiano, como a fita adesiva, o cartão, fotocópias, ou, neste caso, manequins, representa situações universais de forma transversal e directa. Através dos manequins que nos apresenta Hirschhorn em jeito de representação do “Nós”, fala-nos de uma “ferida universal”, que quer dar forma à afirmação “Eu sou responsável por todas as feridas”.

O artista produziu duas novas peças: “Tool Vitrine” e “Subjecter”, que dá título à exposição. Na vitrina “Tool Vitrine” um manequim parece querer acertar-nos com um martelo, mas também poderia estar simplesmente a cumprir com o seu trabalho, rodeado por todo o tipo de ferramentas. São utensílios familiares aos habitantes das zonas industriais como Aubervilliers, de onde se encontra o estúdio do artista. No meio das ferramentas, como se de uma manual de instruções se trata-se, está a “Ética” de Spinoza, um dos livros favoritos de Thomas Hirschhorn. Na obra “Subjecter”, um só manequim completamente perfurado com pregos, aparece fora das vitrinas, como uma representação fetichista de uma figura humana.

Nas obras se pode observar que os manequins estão “conectados” com a sociedade, e através das tatuajens sobre a superfície de “4 women”, e através das revistas que enfatizam o cuidado do corpo na vitrina “Mono Vitrine (Interview)”, dos livros de arte sobre Goya que nos recordam os desastres da guerra em “Mono-Vitrine (Goya)”, as ferramentas na peça “Tool Vitrine”, o os bonequinhos manga em “INGROWTH”. Completa-se a exposição com duas instalações situadas no centro da sala, “Black & White Hemisphere” e “The One World”.



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Free as Air and Water

freeasair“Allora and Calzadilla”
Under Discussion, 2005; Single Channel Video with Sound, 6:14
Copyright Allora and Calzadilla
Courtesy Gladstone Gallery



FREE AS AIR AND WATER
Wednesday, September 16 to Saturday, October 27, 2009
Opening reception Wednesday, September, 16, 7-9 pm

Allora and Calzadilla, Amy Balkin, Robert Bordo, The Bruce High Quality Foundation, Ross Cisneros, Amy Franceschini and Free Soil, Andrea Geyer, Hans Haacke, Paul Ramirez Jonas, Runo Lagomarsino, Andrea Polli, Marjetica Potrč, Simon Starling, Temporary Services, Oscar Tuazon, Lidwien Van de Ven

Curated by Saskia Bos and Steven Lam

EXHIBITION DETAILS
Opening Reception: Wednesday, September 16, 2009, 7-9pm
Exhibition on view: September 16-October 27, 2009
Gallery Hours: Tuesday-Saturday, 11-6pm

41 Cooper Gallery
The Cooper Union School of Art, 41 Cooper Square (3rd Ave. b/w 6th and 7th Sts.)
Lower Level 1,
NYC, NY 10003



The Cooper Union School of Art’s exhibition Free as Air and Water opens Wednesday, September 16, 2009 and will run to Saturday, October 27, 2009. In connection with the exhibition there will be a series of conferences, the first before the opening reception, 9/16, from 5 to 7 pm in The Great Hall and the second on 10/12 from 7 to 9 pm in the Frederick P. Rose Auditorium.

The exhibition takes Peter Cooper’s quote that “Education should be Free as Air and Water” as a starting point. The exhibition addresses the spirit of this statement by recognizing the difference between then (1859) and now (2009). Today, air, water, land, an all are all subordinated to the logic of privatization impacting the environment in challenging ways. As the past few decades have witnessed how global power has systematically distributed the world’s resources in unfair ways, concerns such as human rights become increasingly tied to issues involving land, space, and environmental justice.

Free as Air and Water poses these questions for our contemporary moment linking a broad set of issues such as public access to resources, political ecology, and governmentality within a group exhibition that features a diverse array of artistic operations and tactics. Featuring projects that are rigorous and poetic in its conceptual processes, the exhibition provides a needed density when one discusses the role of art in relation to ecology.

Free as Air and Water inaugurates the 41 Cooper Gallery’s exhibition program to the public and is scheduled to open along with the New Academic Building in September 2009, which commemorates Cooper Union’s 150th anniversary. The building designed by Thom Mayne and the architectural firm, Morphosis, inaugurates the first green academic laboratory building in NYC.



For more information, please visit the cooper union web-site www.cooper.edu



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Participate or DIE

participate or die

NEW LIFE COPENHAGEN is a contemporary art festival. The festival takes the form of a social experiment and is part of the official program for the United Nations Climate Change Conference 2009.



All that you have to know about this festival!



Submit your work HERE



NEW LIFE COPENHAGEN
Wooloo.org is organizing the people of Copenhagen to open their homes to 5.000 environmental activists during the United Nations (UN) Climate Change Conference in Denmark this December.

Utilizing this large-scale human meeting as its exhibition platform, the NEW LIFE COPENHAGEN festival invites artists and curators to submit work proposals.

New Life Happenings. Propose a happening or event for the thousands of NEW LIFE COPENHAGEN hosts and guests during the UN Conference. Your concept should involve collective action and will be implemented alongside works by artist groups Superflex (DK), Signa (DK/A) and Raketa (SE) among others.

To learn more about NEW LIFE COPENHAGEN and to apply for participation, go to: http://www.wooloo.org/festival



PARTICIPATE OR DIE

From December 7th to 18th, 2009, representatives from 192 nations will gather in Denmark for the UN Climate Change Conference to reach an agreement on a new global climate treaty to replace the Kyoto Protocol. In addition to the large number of official UN delegates, thousands of activists and Non-Governmental Organizations are bound for the conference which has been called: “Humanity’s last chance to combat a climate problem that is now all but overwhelming.” (Tim Flannery, Scientist and environmental activist)

However, there will not be enough hotel space to accommodate most of these visitors, as all hotels in Copenhagen and the surrounding area (including Sweden) have already been booked for the official delegates. Furthermore, even if they were available, many visitors from all over the world would not be able to afford them anyway.

In order to help solve this substantial problem, NEW LIFE COPENHAGEN is running a volunteer-based campaign to get private Danish homes to open their door to the thousands of visitors. Through street campaigns and collaborations with local organizations, NEW LIFE COPENHAGEN aims to reach this goal by November.



ANOTHER WORLD IS POSSIBLE?

At the end of Al Gore’s film “An Inconvenient Truth”, Gore lists ten simple life rules to combat global warming. These include using less hot water, recycling more, etc. While Wooloo.org supports this sustainable thinking, we also believe that the real problem will not be solved by asking individuals to modify their behaviour but only through addressing the wrongs of a global economic system that thrives on exploiting natural resources and people.

Seen in this way, the climate crisis is not just a threat but also an opportunity: The opportunity to create transnational commitment around radical re-thinkings of a destructive system. The first step to create such change, is to develop alternatives to the current system and our existing cultural codes.



That is our mission with NEW LIFE COPENHAGEN.

By asking artists to develop happenings and reflections for a new life – and then request that thousands of participants implement them – Wooloo.org aims beyond the traditional art exhibition to become an active organizer of experiments in civic engagement and social empowerment.



PEOPLE BEHIND
NEW LIFE COPENHAGEN is organized by the artists-run community Wooloo.org.

Founded in 2002, Wooloo.org is today used by more than 13.000 artists from over 140 countries. Wooloo.org projects have been presented in such places as: Artists Space (USA), White Box (USA), Basel Kunsthalle (Switzerland) and the Third Guangzhou Triennial (China).

For further questions about NEW LIFE COPENHAGEN or Wooloo.org, please contact Martin Rosengaard;
email: contact@wooloo.org / phone: +45 6171 6101,

Wooloo.org,
Pastursvej 46,



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Comício-Instalação




30 September > 11 October



“COMíCIO-INSTALAÇÃO”, in english, “COMISSION-INSTALLATION”, is an installation event that occupies all the three floors upstairs to Estúdio PerFormas in the marvellous city of Aveiro in Portugal, in a spot with a wonderful view to the water canals, reminding Venice.

“COMISSION-INSTALLATION”, reuse the political propaganda posters surrounding the urban area these days. The aim is to empty rhetoric of these posters media, both graphic and text, printing an urgency and immediacy of reflection on the political process that is eminently. This is a community project that have his own irony. The event cover all ages and invite them to write what’s on their mind.



Artistic and technical
collective design and implement | technical support and light by Joana Oliveira |
executive production and graphics by Pedro Fonseca

Prices
Free entrance

Rating
For all ages

Address
Estúdio PerFormas |
Teatro Avenida |
Largo do Mercado, 1 |
3800 – 223 Aveiro

performas.org

Contacts
234 192 331 |
performas@performas.org



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Remade in Portugal

jardim de Eden - Joana Vasconceloshigh resolution

photo by Rita Burmester

Joana Vasconcelos
jardim de Eden
dimensões variáveis



Remade in Portugal
EXHIBITION of ECO-DESIGN AND FINE ARTS



for this weekend in Lisbon – ends 13 September
Museu da Elecrticidade



press | PT



Remade in Portugal, is a production of the Portuguese Agency for the Environment in collaboration with the Cremascoli, Okumura e Rodrigues arquitectos, lda.. This exhibition transports you to the museum of electricity where are mentality inventive use of materials used to make parts of eco-design and construction work art, contemporary practices ill-suited to raise public realizing that small gestures of everyday life can have a major influence in building a better future. These practices are divided into 2 fields: pre-consumer and post-consumption. For pre-consumer means the recycling of waste from industrial production that is normally assumed by the industry itself, for post-consumption means the recycling of packaging waste and domestic waste.

The title was influenced by the original project Remade in Italy. This project was created in 2004 by the architect Marco Capellini in collaboration with the Italian organization “Regione Lombardia” and among others, the Ministry of Environment and the various consortia to recycling. The success of the initiative led to the internationalization and, currently, the concept “Remade” is already implemented in several countries in Europe and Latin America.

Allied to this project is the philosophy of the need to change habits for the prevention and slowing down the growing danger of climate change caused by humans. The sensitivity to this issue has to be worked and why not bring the idea to the public by presenting the problem and the solution of the same? 2050 will be the year when humanity will have already fulfilled their Millennium promises, reduction of carbon dioxide, the end of the trap of extreme poverty, to bet in new sustainable technologies, and changing attitudes. All this for the sake of future generations. So cooperation in all modes of expression and communication should serve the purpose of preventing student. The task is difficult but not impossible!



Practical information

> Timetables
10h – 18h | Tuesday to Sunday (closed on Mondays)

> Address

Av. de Brasília, Central Tejo
1300-598 Lisboa

Tel. 21 002 81 90
Fax. 21 002 81 04 / 39

E. fundacaoedp@edp.pt
www.fundacao.edp.pt
www.remadeinportugal.pt/default



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Malevitch: Utopia is not a Left-wing concept.

english | soon



Pedro N. Marques
in Infinito ao Espelho
19 – 07 – 2009

Por entre tamanha obsessão por utopias, ou mais precisamente pelo falhanço das mais variadas propostas utópicas, maioritariamente modernistas – como se a utopia se circunscrevesse a tal e não a toda a modernidade – talvez devesse-mos focar-nos mais na realidade crua da desilusão ou do retorno à ordem (uma e outra realidade não são o mesmo) do que propriamente na proposta utópica.

No Città di Como, onde não há muito que fazer caso não se avance a Norte onde os Alpes se dramatizam mais e a comparação é feita ao lago de Garda, deparei-me inesperadamente com a ausência de pinacotecas mas em contrapartida com uma tocante exposição dedicada à vanguarda russa de princípios do séc. XX, nomeadamente Chagall, Kandinsky e Malevitch.

Fechando a exposição encontravam-se cerca de vinte pinturas de Malevitch. Expostas em painéis de demasiada presença – relembrando-me estar em Itália – no interior de um salão oitocentista que em tempo albergou Garibaldi – relembrando-me estar em Itália – a escolha das pinturas estendia-se de princípios da década de 10 à ascensão de Estaline na transição da década de 20 para 30. Entre estas encontravam-se pinturas suprematistas justapostas com o figurativismo abstracto que Malevitch inicia após a revolução – ceifeiras e camponeses – e, fechando a exposição, o retorno ao realismo das pinturas tardias, como por exemplo o auto-retrato de 1933. Ver o percurso de Malevitch concentrado numa única sala a meia luz foi uma experiência tocante, devo confessar. Há muito que esperava ver pinturas abstracto-figurativas como “Mulheres no Campo” e “Cabeça de um Camponês” (ambas de 1928-30). A verdade é que reprodução alguma lhes faz justiça.



Mulheres+no+Campo+1928-30 mulheres no campo



Mas não foi somente a pintura em si mesma (as cores; a pincelada; as formas) que me marcou e me demorou na sala, mas a densidade do conjunto e a transparência melancólica da passagem da revolução suprematista à representação do movimento comunista presente no figurativismo abstracto. Ou seja, a adesão de Malevitch à necessidade de um conservadorismo, devolvido à representação do mundo e da vida, para a compreensão da revolução.

É precisamente o reconhecimento do paradoxo encontrado neste ponto de viragem que não cessa de me pesar: a necessidade do conservadorismo na representação ou de um regresso ao figurativo e ao reconhecível – nas formas e na leitura, em suma, na passagem do conhecimento e das propostas – para a ocorrência da revolução.

É certo que a mudança que se dá na pintura de Malevitch durante a década de 10 se encontra imbuída das condicionantes políticas; que o suprematismo e a concretude dos quadros negros/ vermelhos, não podia prosseguir em simultâneo com a revolução; que Malevitch teve, para prosseguir enquanto pintor e sob perigo de exclusão, de aderir ao movimento. Mas é precisamente a transformação na sua obra o que revela e torna tocante (humana, demasiado humana) a relação entre a Arte e a Política. Malevitch acompanha radicalmente a revolução, a queda de Lenine e a ascensão de Estaline e o consequente fim da terceira internacional. É aqui que a melancolia se abate sobre as pinturas de Malevitch; que a Cabeça do Camponês ganha introspecção, e a religiosidade, tão presente na tela, transborda.



Cabeça+de+um+Camponês+1928-30



























cabeça de um camponês



Escondidas a um canto e dirigindo-se para a porta de saída encontravam-se duas pinturas realistas de Malevitch datadas de 1933 – retratos sobre fundo negro. A um outro ponto da sala, fechando a exposição, também uma pintura inicial – “Banhistas” de 1908 – reconhecendo subtilmente a circularidade do percurso de Malevitch. Transposta de 1908 a 1933 (Malevitch morre em 35) as banhistas, colocadas naquele ponto da narrativa expositiva, não me puderam senão funcionar como a devolução da revolução modernista iniciada por Cézanne nas banhistas de 1906, contrastada agora pelo recuo ou desvanecer das figuras, na desilusão do necessário falhanço da vanguarda para o sucesso da ascensão de um ideal.



Banhistas+1908Banhistas



Retomando, talvez nos faça falta, perante tanto entusiasmo por utopias e o seus falhanços, perante o reactivar de planos não realizados ou pelo seu imprevisto cessar prévio, entender a constante iminência do retorno à ordem, quer queiramos quer não, compreensível histórica e contextualmente. A utopia não é um conceito de Esquerda – nem de Direita – e a sua relação com o Presente, que se quer capaz de utopia, não é sinónimo de vanguarda ou progressismo.

Que propósito há em retomar utopias passadas; repescar visões? Podemos revê-las, deve-mos revê-las, mas na consideração da necessidade de utopias há que reconhecer em simultâneo o enraizar destas no Presente. Mais que reactivar utopias perdidas, parece-me fundamental compreender as lógicas de relação entre estas e o real, e que a utopia não é linearmente sinónimo de revolução.

Nota: Malevitch pode ser entendido como um dos percursores fundamentais do Conceptualismo avançado antes demais por Duchamp, e da inclusão quer da performatividade quer da linguagem na concepção e transmissão da Arte que baseia por inteiro a Arte Contemporânea. O nomear atributivo de Duchamp deve ser comparado com o discurso que Malevitch fez frente à pintura “Quadrado Preto” aquando da sua primeira apresentação pública em 1915, proclamando através da presença viva do seu corpo e voz aquela não ser uma representação mas a concretude do plano da pintura.



malevitch morto

malevitch morto

Malevitch morto em 1935; envolto em pinturas, o quadrado
preto é colocado precisamente no alinhamento da sua cabeça.







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