Exposição [Exhibition] – Claudio Parmiggiani







Eventi – Ingrandisci immagine [it]
Exposição – Ampliar imagem [pt]
Exhibition – Enlarge image [en]

Vernissage 19 Janeiro 2009 às 18.30
[Vernissage 19 January 2009 at 06.30 PM]


Exposição patente até 28 de Fevereiro de 2009
Exhibition from 19 January to 28 February





























Claudia Gian Ferrari Studio di Consulenza
Via Filippo Corridoni 41
Milano 20121
Tel +39 02 86451499 – 76013305 – 76018113
gferrari@tin.it

Oh Crátilo!




Joseph Kosuth, One and Three Chairs, 1965

Installation : chaise en bois et 2 photographies

200 x 271 x 44 cm

Achat de l’Etat 1974, attribution 1976

1M 1976-987

© Adagp, Paris 2007



Cita-se Platão numa passagem onde se sublinha o absurdo da coincidência do nome com a coisa e da imagem com a coisa em Crátilo;


«Não te percavês de quão longínquas estão as imagens de ter o mesmo que têm as coisas de que elas são imagens? … e assim igualmente seria ridículo, Oh Crátilo!, se as coisas de que são nomes os nomes, fossem absolutamente iguais a esses nomes. Tudo seria duplo, e ninguém poderia distinguir qual é a coisa e qual é o nome.»


Platão (428 a.C.- 347a.C.)

Em.: Crátilo


De que forma é que isto pode estar tão actual quanto já o era na altura que foi pensado? Não será esta ainda uma problemática que existe quando é analisada uma pintura, por exemplo? Existe, ou não, ainda esta confusão do nome com a coisa e da imagem com a coisa tal como Platão referia no enxerto que é mostrado mais acima?


The absurdity of the perception of name and thing and of image and thing as being the same is pointed out in this excerpt from Plato’s dialogue Cratylus.


“Do you not perceive that images are very far from having qualities which are the exact counterpart of the realities which they represent? But then how ridiculous would be the effect of names on things, if they were exactly the same with them! For they would be the doubles of them, and no one would be able to determine which were the names and which
were the realities.”

Plato (428 – 347 BC)

In.: Cratylus



How can this argument be as up to date today as when it was firstly discussed? Isn’t it still a problem that comes up when we study a painting, for example? Does the confusion between name and thing and image and thing as suggested in the excerpt still exist or not?


Ler também [Also read]: O actual estado da Arte [State of the Art]


Translated by: Maria José Anjos



comente esta problemática [coment this problematic]



Add to FacebookAdd to NewsvineAdd to DiggAdd to Del.icio.usAdd to StumbleuponAdd to RedditAdd to BlinklistAdd to TwitterAdd to TechnoratiAdd to Furl

[Formless]


Lucio Fontana,Um cuspo no chão, é como melhor podemos reflectir o termo L’informe que surgiu há mais de 60 (sessenta) anos atrás, por Bataille. Georges Bataille mostrou-se sempre preocupado em escapar ao universo fechado da razão ocidental que se vivia na época Modernista. Diferente do que fez Heidegger, nunca pretendeu encontrar os fundamentos mais profundos da subjectividade, mas sim libertá-la dos seus limites (Habermas). Daí ter notado que a par das práticas modernistas, existia, se é que se possa chamar assim, “um outro tipo de arte”, de carácter mais experimental. L’informe acabava etiqueta_lucio_fontana_ceramica_spazialepor ser um termo que abria as portas para uma guerra entre dois termos, forma e conceito, onde L’informe constituía um terceiro termo que se colocava nessa guerra entre forma e conceito. Formless era classificado por Bataille como um “trabalho“.


A spit on the floor – that’s the best way to describe the term L’informe, an art concept introduced by Bataille over sixty years ago. George Bataille was constantly concerned with escaping the restricted occidental universe of the Modernist years. Unlike Heidegger, Bataille didn’t try to explore the deepest foundations of subjectivity, he wanted to set them free from their limitations instead (Habermas). Bataille realised that “another kind of art”, if it can be put like that, coexisted with modernist art practices – a more experimental one. Bataille’s new art approach gave origin to a conflict between the notions of form and concept, since L’informe was seen as a third term in-between the two. Formless, as it is also known, was for Bataille “a job”.



Escrito por [Written by]: Jorge Reis


Ler também [Also read]: O actual estado da Arte [State of the Art]


Translated by: Maria José Anjos



comente este pensamento [coment this Thought]



Add to FacebookAdd to NewsvineAdd to DiggAdd to Del.icio.usAdd to StumbleuponAdd to RedditAdd to BlinklistAdd to TwitterAdd to TechnoratiAdd to Furl