JOHN WOOD & PAUL HARRISON at Vera Cortês Art Agency – 29MAY » 25 JUL

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1kmJohn Wood & Paul Harrison
Another one kilometre
2009
16:9, 2’12’’, Colour, sound



JOHN WOOD & PAUL HARRISON
No Time



Press-release | ENG | PT



INAUGURAÇÂO DIA 28 de MAIO ÀS 22h
de 29 de Maio a 25 de Julho
na Vera Cortês Agência de Arte

OPENING ON THE 28TH OF MAY AT 22H
from the 29th of May to the 25th of July
at Vera Cortês Art Agency

DIRECTIONS / MAP
Av. 24 de Julho, 54 – 1.º Esquerdo
1200-868 LISBON – PORTUGAL

CONTACTS
T. +351 213 950 177
F. +351 213 950 178
email: vc@veracortes.com
www.veracortes.com

Vera Cortês Art Agency – “Speculations on the End of Interieur”

goodnews


A Agência de Arte Vera Cortês tem o prazer de o convidar para a inauguração da exposição “Speculations on the End of Interieur” comissariada por Susanne Prinz na Agência esta sexta-feira, dia 17 de Abril, pelas 22H.
De dia 18 de Abril a 23 de Maio de 2009.



Vera Cortês Art Agency have the pleasure to invite you and your friends to the opening reception of the exhibition “Speculations on the End of Interieur” curated by Susanne Prinz in the Agency This Friday the 17th at 10pm.
From April 18, to May 23.


Avenida 24 de Julho, n.º 54, 1.º Esquerdo
1200 – 868 Lisboa
PORTUGAL

E-mail: vc@veracortes.com

www.veracortes.com



press-release PT & ENG



Antonia Low
Antonia Low
www.antonialow.com

Nairy Baghramian
Nairy Baghramian

Paolo Chiasera
Paolo Chiasera
www.paolochiasera.org

Riccardo Previdi
Riccardo Previdi
www.riccardoprevidi.com

Ulf Alminde
Ulf Alminde

Shannon Bool
Shannon Bool


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Exposição [Exhibition] – Vice Versa – Pascal Ferreira – VPF cream art

vice versa convite

viceversa
29 JAN to 21 MAR
Horário de funcionamento: Segunda a Sábado, das 14:00H às 19:30H


Rua da Boavista N.º 84, 2.º andar – sala 2
1200-068 – Lisboa
PORTUGAL

CONTACTO [CONTACT]
00351 213 433 259
00351 961 106 590

info@vpfcreamart.com


press-release de Carolina Rito – versão portuguesa

press-release by Carolina Rito – english version


Translated by: Maria José Anjos



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Pizz Buin – inferno: apareceu em rio tinto – VPF Rock Gallery


pizz buinde 30 de Janeiro [January] a 21 de Março [March]
de Segunda a Sábado [Monday to Saturday] – 14:00h to 19:30h


Rua da Boavista N.º 84, 2.º andar – sala 5
1200-068 – Lisboa
PORTUGAL

CONTACTO [CONTACT]
00351 213 433 259
00351 961 106 590

vpf.rockgallery@gmail.com


press-release – versão portuguesa

press-release – english version



Recensão crítica de Hugo Canoilas em “Infinito ao Espelho”



Na Rock gallery as Pizz Buin apresentam um conjunto de torradas emolduradas. Estas torradas queimadas têm como títulos, títulos de pinturas de carácter religioso.Ouvi falar que, ao mesmo tempo no Espaço Avenida, estão expostas um conjunto de torradas queimadas desta feita com a imagem da Nossa Senhora . A diferença entre ambas as torradas não está no motivo mas na forma.

Enquanto uma das propostas pega literalmente num facto que mereceu a atenção dos media (a aparição da Nossa Senhora numa torrada) a proposta das Pizz Buin desvia-se da mera transferência do quotidiano para a criação de discurso em torno da representação e da representação negativa.
As torradas queimadas são a negação do título. Para ver algo, Cristo descendo a cruz ou A aparição seria de facto necessário acreditar; Aliás estar iludido, querer ver onde nada está.

Esta impossibilidade que as Pizz Buin levantam remete para a obra de Barnett Newman e a impossibilidade de representação que exponenciou nos anos 50. Após o Holocausto, não era possível fazerem-se retratos, pintar naturezas mortas ou belas paisagens. Não era sequer possível acreditar no humano como construtor racional de um mundo melhor a vir.

A obra de Barnett Newman, figura essencial da Arte americana do Pós-Guerra foi, segundo J. François Lyotard, o inventor do tempo Pós-Moderno. Nas suas obras como “The sublime is Now” (traduzido: O Sublime é agora.) temos um campo de côr demarcado ou ampliado por duas linhas verticais (zips). O agora é essa demonstração de um tempo perdido, e a intensificação da experiência o sublime. Neste contexto, J. François Lyotard vê as pinturas como “Eve”, na sua impossibilidade de representação como representação negativa. Esta fórmula ou condição tem repercussões na forma como tomamos o tempo. Um tempo em perda que resgata-nos para um modo ou tempo lento; Que tenta, sem o conseguir, andar para tràs. É nesta forma de desaceleração que eu julgo que alguns artistas conseguem produzir um trabalho verdadeiramente político.

Em”Pintura e representação política” in “O inumano” Lyotard escreve-nos:”Não foi só a fotografia que tornou impossível a profissão de pintar. Dir-se-ia o mesmo dizendo que a obra de Mallarmé ou a de James Joyce rispostam aos progressos do jornalismo. A “impossibilidade” vem do mundo tecno-científico do capitalismo industrial e Pós industrial. Este mundo precisa da fotografia e quase nada da pintura, do mesmo modo que precisa mais do jornalismo do que da literatura. Mas sobretudo ele não é possível senão com a supressão das profissões “nobres”que pertencem a outro mundo, e com a supressão desse mesmo mundo.”

De origem provavelmente diversa (visto serem um grupo de quatro pessoas) as Pizz Buin levantam uma questão verdadeiramente importante para o meio em que nos inserimos mas com a tónica do riso que nos liberta do meio onde vivemos, demasiado pesado, e sempre na expectativa, sem coragem de afirmar o que quer que seja.

Esta exposição consegue colocar todos os espectadores a passar mais algum tempo entre o título e uma mancha negra que aconteceu numa fatia de pão de forma, que também é uma pintura negra, de carácter abstracto e informal.

O teor conceptual desta exposição vem da nomeação de uma obra e do intervalo entre esta e a mancha negra.
A instalação de carácter museológico, sendo o veículo ideal, caí porém no lugar comum da utilização da retórica museológica sem adicionar nada a esta temática (1) antes servindo-se dela, por uma boa causa.


(1) “The museum as muse” foi uma exposição feita em 1999 no MOMA de Nova Iorque que toma como ponto de partida a reflexão sobre o espaço museológico feita pelos artistas: a exposição de Surrealismo comissariada por Duchamp, o quarto do abstraccionismo de Lissitzsky , o Musée des aigles de Marcel Broadthaers, o Brooklin Museum de Joseph Kossuth entre tantos outros.



Infinito ao Espelho


Critical review by Hugo Canoilas in “Infinito ao Espelho”

At the Rock Gallery, the Pizz Buin group present a variety of framed toasts. These burnt toasts are entitled after religious paintings. I’d heard that, at the same time, in the gallery Espaço Avenida, a variety of burnt toasts is shown with the image of the Virgin Mary. The difference between both toasts is not in the motive, but in the form.

Whereas one of the proposals picks up on a case that got media attention (a toast bearing the image of the Virgin Mary), the other, Pizz Buin’s, moves away from the simple imitation of daily life and goes towards speech creation concerning representation and negative representation. The burnt toasts are the title’s denial. To see something as Jesus descending from the cross or the image of the Virgin Mary, it’s necessary to believe. In fact, it’s necessary to be eluded, to want to see something where there is nothing.

This contrariety raised by the Pizz Buin group relates to a work by Barnett Newman and to the impossibility of representation that marked the 1950s. After the Holocaust it was not possible to make portraits, paint dead nature or beautiful landscapes. It wasn’t even possible to believe in the human being as a rational creator of a better world to come.

Barnet Newman, an essential figure in art in the American post-war scenario, was, according to J. François Lyotard, the inventor of the post-modern time. In his essay “The Sublime is Now”, a coloured area is limited or enlarged by two vertical lines (zips). The now is that demonstration of a lost time, and its intensification of the experience is the sublime. In this context, J. François Lyotard sees paintings as “Eve” the impossibility of representation as negative representation. This formula or condition has repercussions in the way we handle time. A time being lost rescues us into a slower mode that tries, without succeeding, to go back in time. I believe that some artists can reproduce truly political work using this form of deceleration.
In the chapter ‘Painting and political representation’ from “The inhuman”, Lyotard wrote: “It is not only photography that made the craft of professional painting ‘impossible’. That would be saying that the work of Mallarmé’ or Joyce was a riposte to the progress of journalism. The ‘impossibility’ comes from the techno-scientific world of industrial and post-industrial capitalism. This world needs photography, but has almost no need for painting, just as it needs journalism more than literature. But above all it is possible only with the retreat of ‘noble’ crafts which belong to another world, and the retreat of that world itself.

With a likely different origin, since it’s a group of four people, Pizz Buin raise a truly important issue concerning where we fit in, but give it a humorous touch which sets us free from where we live, from that heavy circumstance, and from living in expectation, with no courage to affirm ourselves.
This exhibition invites all visitors to spend more time between the title and the black spot in the piece of bread, which is also a black painting, with an abstract and informal character.

The conceptual tone of the exhibition comes from the nominations of the artwork and the interval between it and the black spot. The installation however falls into the cliché of using a museum approach without adding anything to the exhibition’s theme (1), yet making use of it for a good cause.

(1) “The Museum as Muse” was an exhibition done in 1999 at New York’s MOMA which gathered a survey of works that artists had addressed the museum: the surrealist exhibition commissioned by Duchamp, the abstractionism room by Lissitzsky, the Musee d’Art Moderne, Departement des Aigles by Marcel Broodthaers, the Brooklyn Museum by Joseph Kossuth, among many others.


Translated by: Maria José Anjos



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Exposição [Exhibition] – “Convite Cordial” – Plataforma Revólver

Exposição [Exhibition] - Convite cordial - Plataforma Revólver - LISBON


vistade 29 de Janeiro [January] a 20 de Março [March]
Inauguração quinta-feira [Inauguration thursday] 29 JAN 22h



Comissários [Commissioners]: Beatrice Catanzaro, Dani Soter e Victor Pinto da Fonseca




Rua da Boavista N.º 84, 3.º andar

1200 – Lisboa

PORTUGAL


CONTACTOS [CONTACT]
00351 213 433 259
00351 961 106 590

Plataformarevolver@gmail.com




press-release – versão portuguesa



press-releaseenglish version (soon)



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AICA/USA has awarded [premiou] Louise Bourgeois



The International Association of Art Critics (AICA/USA) has awarded Louise Bourgeois Best Monographic Show in New York City for 2007–08.

The exhibition, which was on view at the Guggenheim Museum from June 27–September 28, 2008, provided a full-career retrospective of Louise Bourgeois—an artist who has been at the vanguard of contemporary art for more than 70 years—and examined her intersection with many of the leading avant-garde movements of the 20th century, including Surrealism, Abstract Expressionism, and Post-Minimalism.

Nancy Spector, Chief Curator of the Solomon R. Guggenheim Museum and Curator of the Bourgeois exhibition in New York said, “We are deeply honored that our efforts have been recognized by the AICA. The award is a testament to Louise Bourgeois’s prodigious talent and to the vision of my colleagues at the Tate and the Centre Pompidou, Frances Morris, Marie-Laure Bernadac, and Jonas Storsve, who organized the retrospective.”

AICA was founded in 1948–49 in Paris and is made up of more than four thousand art critics. Winning projects in the U.S. were nominated and voted on by the four hundred American members of the association.

The awards ceremony will take place at the Guggenheim Museum in New York on March 2, 2009.


A Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA) premiou Louise Bourgeois com o galardão de Melhor Espectáculo Monográfico em Nova Iorque para o ano 2007-08 nos Estados Unidos.

A exposição, que esteve patente no Museu Guggenheim de Nova Iorque de 27 de Junho a 28 de Setembro de 2008, apresentou uma retrospectiva de todo o trabalho de Louise Bourgeois – uma artista que esteve na vanguarda da arte contemporânea durante mais de 70 anos – e analisou a sua ligação com os movimentos artísticos avant-garde do século XX, incluindo o Surrealismo, Expressionismo Abstracto e o Pós-minimalismo.

Nancy Spector, curadora do Museu Solomon R. Guggenheim e da exposição de Bourgeois em Nova Iorque, disse: “Estamos profundamente honrados que os nossos esforços tenham sido reconhecidos pela AICA. Este prémio é a prova do talento prodigioso de Louise Bourgeois e da perspectiva visionária dos meus colegas da galeria Tate e do Centro Pompidou, Frances Morris, Marie-Laure Bernadac e Jonas Storsve, que me ajudaram a organizar esta retrospectiva.”

A AICA foi fundada em 1949 em Paris e é constituída por mais de quatro milhões de críticos de arte até hoje. Os projectos vencedores nos Estados Unidos foram nomeados e votados pelos quatrocentos membros americanos desta associação.

A cerimónia de entrega de prémios terá lugar no dia 2 de Março de 2009, no Museu Guggenheim de Nova Iorque.



Note: Quotations from ArtDaily – The First Art Newspaper on the Net


Traduzido por: Jorge Reis


Revisão de: Maria José Anjos




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Exposição [Exhibition] – Claudio Parmiggiani







Eventi – Ingrandisci immagine [it]
Exposição – Ampliar imagem [pt]
Exhibition – Enlarge image [en]

Vernissage 19 Janeiro 2009 às 18.30
[Vernissage 19 January 2009 at 06.30 PM]


Exposição patente até 28 de Fevereiro de 2009
Exhibition from 19 January to 28 February





























Claudia Gian Ferrari Studio di Consulenza
Via Filippo Corridoni 41
Milano 20121
Tel +39 02 86451499 – 76013305 – 76018113
gferrari@tin.it

Exposição – O Contrato do Desenhista [Exhibition – The Draughtsman’s contract]

EXHIBITION - O Contrato do Desenhista - LISBON |Plataforma Revólver|
sandra-cinto-cavalo-marinho-2008de 21 de Novembro [November] a 31 de Dezembro [December]

Curador [Curator] Paulo Reis


Rua da Boavista N.º 84, 3.º andar
1200 – Lisboa
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CONTACTOS [CONTACT]
00351 213 433 259
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Plataformarevolver@gmail.com


press-release por Paulo Reis – versão portuguesa

press-release by Paulo Reis – english version


Translated by: Maria José Anjos



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