Remade in Portugal

jardim de Eden - Joana Vasconceloshigh resolution

photo by Rita Burmester

Joana Vasconcelos
jardim de Eden
dimensões variáveis

Remade in Portugal

for this weekend in Lisbon – ends 13 September
Museu da Elecrticidade

press | PT

Remade in Portugal, is a production of the Portuguese Agency for the Environment in collaboration with the Cremascoli, Okumura e Rodrigues arquitectos, lda.. This exhibition transports you to the museum of electricity where are mentality inventive use of materials used to make parts of eco-design and construction work art, contemporary practices ill-suited to raise public realizing that small gestures of everyday life can have a major influence in building a better future. These practices are divided into 2 fields: pre-consumer and post-consumption. For pre-consumer means the recycling of waste from industrial production that is normally assumed by the industry itself, for post-consumption means the recycling of packaging waste and domestic waste.

The title was influenced by the original project Remade in Italy. This project was created in 2004 by the architect Marco Capellini in collaboration with the Italian organization “Regione Lombardia” and among others, the Ministry of Environment and the various consortia to recycling. The success of the initiative led to the internationalization and, currently, the concept “Remade” is already implemented in several countries in Europe and Latin America.

Allied to this project is the philosophy of the need to change habits for the prevention and slowing down the growing danger of climate change caused by humans. The sensitivity to this issue has to be worked and why not bring the idea to the public by presenting the problem and the solution of the same? 2050 will be the year when humanity will have already fulfilled their Millennium promises, reduction of carbon dioxide, the end of the trap of extreme poverty, to bet in new sustainable technologies, and changing attitudes. All this for the sake of future generations. So cooperation in all modes of expression and communication should serve the purpose of preventing student. The task is difficult but not impossible!

Practical information

> Timetables
10h – 18h | Tuesday to Sunday (closed on Mondays)

> Address

Av. de Brasília, Central Tejo
1300-598 Lisboa

Tel. 21 002 81 90
Fax. 21 002 81 04 / 39


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JOHN WOOD & PAUL HARRISON at Vera Cortês Art Agency – 29MAY » 25 JUL


1kmJohn Wood & Paul Harrison
Another one kilometre
16:9, 2’12’’, Colour, sound

No Time

Press-release | ENG | PT

de 29 de Maio a 25 de Julho
na Vera Cortês Agência de Arte

from the 29th of May to the 25th of July
at Vera Cortês Art Agency

Av. 24 de Julho, 54 – 1.º Esquerdo

T. +351 213 950 177
F. +351 213 950 178

Vera Cortês Art Agency – “Speculations on the End of Interieur”


A Agência de Arte Vera Cortês tem o prazer de o convidar para a inauguração da exposição “Speculations on the End of Interieur” comissariada por Susanne Prinz na Agência esta sexta-feira, dia 17 de Abril, pelas 22H.
De dia 18 de Abril a 23 de Maio de 2009.

Vera Cortês Art Agency have the pleasure to invite you and your friends to the opening reception of the exhibition “Speculations on the End of Interieur” curated by Susanne Prinz in the Agency This Friday the 17th at 10pm.
From April 18, to May 23.

Avenida 24 de Julho, n.º 54, 1.º Esquerdo
1200 – 868 Lisboa


press-release PT & ENG

Antonia Low
Antonia Low

Nairy Baghramian
Nairy Baghramian

Paolo Chiasera
Paolo Chiasera

Riccardo Previdi
Riccardo Previdi

Ulf Alminde
Ulf Alminde

Shannon Bool
Shannon Bool

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If visited, leave a thought about the exhibition

Oporto presents – “Diwan” by Werner Nekes

“Diwan” by Werner Nekes
16 mm, color, 85 min,1973. Sound: Anthony Moore

A film anthology in five installments:

1. sun-a-mul (16 min)

2. alternatim (15 min)

3. kantilene (17 min)

4. moto (16 min)

5. hynningen (21 min).

We can not think of someone as central to the history of experimental film as Werner Nekes. This restless researcher is one of the last heroes of the moving image, a scholar that seeks for the immaterial truth laying between images and frames.

In his quest, Nekes uses all sorts of procedures and techniques, from structuralist to narrative, trying to break the granted laws and realities of life and art.

The film that Oporto is now presenting, DIWAN, is a paradigmatic example. DIWAN is a five part mysterious odyssey into the realm of existence.

Não podemos pensar sobre alguém na história do vídeo experimental sem primeiro pensarmos em Werner Nekes. Este incansável investigador é um dos últimos heróis da imagem em movimento, um intelectual que procura a imaterialidade da verdade que existe entre as imagens e os frames.

Na sua indagação, Nekes utiliza todas as técnicas de procedimento desde o estruturalismo à narração, tentando quebrar as leis e as realidades da vida e da arte.

O Vídeo que Oporto apresenta, DIWAN, é um exemplo paradigmático. DIWAN é constituído por cinco partes de uma misteriosa odisseia que nos projecta para o reino da existência.

“A momentary trap of vision.”
Alexandre Estrela

Saturday, March 7, 2009, 10.30pm [7 de Março, às 22:30 de Sábado]

The entrance of Oporto is made through the exit stairs of Noobai café – Miradouro de Santa Catarina- Lisboa

A entrada do Oporto é feita pelas escadas de serviço do café Noobai – Miradouro de Santa Catarina- Lisboa

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Voyeur Project View


O Voyeur Project View define-se a partir do programa Peep-hole iniciado na Rua de Timor, nº 14-A (Anjos) em 2005. Exposições individuais site-specific foram apresentadas ao público através de um olho colocado na porta que, podia ser visto 24 horas por dia. Com o upload realizado em 2008 para a Travessa Convento de Jesus, nº 12-A e 16-A (Santa Catarina), para além do Peep-hole inicia-se os programas: Web Cam e TVV (TV Voyeur). O programa Web Cam consiste na realização de exposições individuais e colectivas em três espaços autónomos, os quais podem ser observados através de um circuito de vigilância interno. O segundo apresenta registos videográficos do Voyeur Project View desde o seu início, através de um televisor.

O Voyeur Project View é um “work in progress” de Rodrigo Vilhena, “on going”. O Voyeur Project View também é um espaço ímpar em Lisboa devido às suas características expositivas, bem como à temática abordada. “Este é um projecto de artista, integrado na sua prática, que o entende como a partilha e o pensar de um espaço que é seu por um grupo muito diversificado de artistas.”

Para saber mais acerca deste projecto clicar aqui

Morada | Address:
Travessa do Convento de Jesus 12A / 16A, 1200-126 LISBON | PORTUGAL
Telemóvel | Mobile:
+351 961825575
Web Site:
Transportes Públicos | Public Transportations:
Metro | Underground: Baixa – Chiado
Autocarro | Bus: 28
Eléctrico | Tram: 28E

Voyeur Peep-Hole
Horário | Visiting Hours:
Aberto 24 horas por dia, 7 dias por semana | Open 24 hours a day, 7 days in a week.

Voyeur Web Cam 1. 2. 3.
Horário | Visiting Hours:
Aberto de Terça a Sexta das 14h às 17h e Sábado das 15h às 18h
Open from Tuesday to Friday, 2 pm to 5 pm and Saturday from 3 pm until 6pm


The Peep-hole project based on 14-A, Timor Street, in Anjos (Lisbon, Portugal) since 2005, brings to life the Voyeur Project View. Site-specific solo exhibitions were presented to the public through a peephole in a door, which could be looked through 24 hours a day. The 2008 “upload” to 12-A and 16-A, Convento de Jesus Row, in Santa Catarina (Lisbon, Portugal), allowed Peep-hole to start the Web Cam and the TVV (Voyeur TV) programmes. The Web Cam project consists on solo and group exhibitions in three independent spaces, which can be seen through a close circuit surveillance camera; the TVV project presents TV footage recorded on camera by the Voyeur Project View since its creation.

The Voyeur Project View is a work in progress, or an ongoing project by Rodgrigo Vilhena. It is also a unique space in Lisbon due to its amazing layout for exhibitions and the themes it approaches. “This is a project by an artist integrated in his practice, who understands this opportunity as sharing and making the most out of a space which is yours because of a diversified group of artists.”

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Exposição [Exhibition] – Vice Versa – Pascal Ferreira – VPF cream art

vice versa convite

29 JAN to 21 MAR
Horário de funcionamento: Segunda a Sábado, das 14:00H às 19:30H

Rua da Boavista N.º 84, 2.º andar – sala 2
1200-068 – Lisboa

00351 213 433 259
00351 961 106 590

press-release de Carolina Rito – versão portuguesa

press-release by Carolina Rito – english version

Translated by: Maria José Anjos

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Pizz Buin – inferno: apareceu em rio tinto – VPF Rock Gallery

pizz buinde 30 de Janeiro [January] a 21 de Março [March]
de Segunda a Sábado [Monday to Saturday] – 14:00h to 19:30h

Rua da Boavista N.º 84, 2.º andar – sala 5
1200-068 – Lisboa

00351 213 433 259
00351 961 106 590

press-release – versão portuguesa

press-release – english version

Recensão crítica de Hugo Canoilas em “Infinito ao Espelho”

Na Rock gallery as Pizz Buin apresentam um conjunto de torradas emolduradas. Estas torradas queimadas têm como títulos, títulos de pinturas de carácter religioso.Ouvi falar que, ao mesmo tempo no Espaço Avenida, estão expostas um conjunto de torradas queimadas desta feita com a imagem da Nossa Senhora . A diferença entre ambas as torradas não está no motivo mas na forma.

Enquanto uma das propostas pega literalmente num facto que mereceu a atenção dos media (a aparição da Nossa Senhora numa torrada) a proposta das Pizz Buin desvia-se da mera transferência do quotidiano para a criação de discurso em torno da representação e da representação negativa.
As torradas queimadas são a negação do título. Para ver algo, Cristo descendo a cruz ou A aparição seria de facto necessário acreditar; Aliás estar iludido, querer ver onde nada está.

Esta impossibilidade que as Pizz Buin levantam remete para a obra de Barnett Newman e a impossibilidade de representação que exponenciou nos anos 50. Após o Holocausto, não era possível fazerem-se retratos, pintar naturezas mortas ou belas paisagens. Não era sequer possível acreditar no humano como construtor racional de um mundo melhor a vir.

A obra de Barnett Newman, figura essencial da Arte americana do Pós-Guerra foi, segundo J. François Lyotard, o inventor do tempo Pós-Moderno. Nas suas obras como “The sublime is Now” (traduzido: O Sublime é agora.) temos um campo de côr demarcado ou ampliado por duas linhas verticais (zips). O agora é essa demonstração de um tempo perdido, e a intensificação da experiência o sublime. Neste contexto, J. François Lyotard vê as pinturas como “Eve”, na sua impossibilidade de representação como representação negativa. Esta fórmula ou condição tem repercussões na forma como tomamos o tempo. Um tempo em perda que resgata-nos para um modo ou tempo lento; Que tenta, sem o conseguir, andar para tràs. É nesta forma de desaceleração que eu julgo que alguns artistas conseguem produzir um trabalho verdadeiramente político.

Em”Pintura e representação política” in “O inumano” Lyotard escreve-nos:”Não foi só a fotografia que tornou impossível a profissão de pintar. Dir-se-ia o mesmo dizendo que a obra de Mallarmé ou a de James Joyce rispostam aos progressos do jornalismo. A “impossibilidade” vem do mundo tecno-científico do capitalismo industrial e Pós industrial. Este mundo precisa da fotografia e quase nada da pintura, do mesmo modo que precisa mais do jornalismo do que da literatura. Mas sobretudo ele não é possível senão com a supressão das profissões “nobres”que pertencem a outro mundo, e com a supressão desse mesmo mundo.”

De origem provavelmente diversa (visto serem um grupo de quatro pessoas) as Pizz Buin levantam uma questão verdadeiramente importante para o meio em que nos inserimos mas com a tónica do riso que nos liberta do meio onde vivemos, demasiado pesado, e sempre na expectativa, sem coragem de afirmar o que quer que seja.

Esta exposição consegue colocar todos os espectadores a passar mais algum tempo entre o título e uma mancha negra que aconteceu numa fatia de pão de forma, que também é uma pintura negra, de carácter abstracto e informal.

O teor conceptual desta exposição vem da nomeação de uma obra e do intervalo entre esta e a mancha negra.
A instalação de carácter museológico, sendo o veículo ideal, caí porém no lugar comum da utilização da retórica museológica sem adicionar nada a esta temática (1) antes servindo-se dela, por uma boa causa.

(1) “The museum as muse” foi uma exposição feita em 1999 no MOMA de Nova Iorque que toma como ponto de partida a reflexão sobre o espaço museológico feita pelos artistas: a exposição de Surrealismo comissariada por Duchamp, o quarto do abstraccionismo de Lissitzsky , o Musée des aigles de Marcel Broadthaers, o Brooklin Museum de Joseph Kossuth entre tantos outros.

Infinito ao Espelho

Critical review by Hugo Canoilas in “Infinito ao Espelho”

At the Rock Gallery, the Pizz Buin group present a variety of framed toasts. These burnt toasts are entitled after religious paintings. I’d heard that, at the same time, in the gallery Espaço Avenida, a variety of burnt toasts is shown with the image of the Virgin Mary. The difference between both toasts is not in the motive, but in the form.

Whereas one of the proposals picks up on a case that got media attention (a toast bearing the image of the Virgin Mary), the other, Pizz Buin’s, moves away from the simple imitation of daily life and goes towards speech creation concerning representation and negative representation. The burnt toasts are the title’s denial. To see something as Jesus descending from the cross or the image of the Virgin Mary, it’s necessary to believe. In fact, it’s necessary to be eluded, to want to see something where there is nothing.

This contrariety raised by the Pizz Buin group relates to a work by Barnett Newman and to the impossibility of representation that marked the 1950s. After the Holocaust it was not possible to make portraits, paint dead nature or beautiful landscapes. It wasn’t even possible to believe in the human being as a rational creator of a better world to come.

Barnet Newman, an essential figure in art in the American post-war scenario, was, according to J. François Lyotard, the inventor of the post-modern time. In his essay “The Sublime is Now”, a coloured area is limited or enlarged by two vertical lines (zips). The now is that demonstration of a lost time, and its intensification of the experience is the sublime. In this context, J. François Lyotard sees paintings as “Eve” the impossibility of representation as negative representation. This formula or condition has repercussions in the way we handle time. A time being lost rescues us into a slower mode that tries, without succeeding, to go back in time. I believe that some artists can reproduce truly political work using this form of deceleration.
In the chapter ‘Painting and political representation’ from “The inhuman”, Lyotard wrote: “It is not only photography that made the craft of professional painting ‘impossible’. That would be saying that the work of Mallarmé’ or Joyce was a riposte to the progress of journalism. The ‘impossibility’ comes from the techno-scientific world of industrial and post-industrial capitalism. This world needs photography, but has almost no need for painting, just as it needs journalism more than literature. But above all it is possible only with the retreat of ‘noble’ crafts which belong to another world, and the retreat of that world itself.

With a likely different origin, since it’s a group of four people, Pizz Buin raise a truly important issue concerning where we fit in, but give it a humorous touch which sets us free from where we live, from that heavy circumstance, and from living in expectation, with no courage to affirm ourselves.
This exhibition invites all visitors to spend more time between the title and the black spot in the piece of bread, which is also a black painting, with an abstract and informal character.

The conceptual tone of the exhibition comes from the nominations of the artwork and the interval between it and the black spot. The installation however falls into the cliché of using a museum approach without adding anything to the exhibition’s theme (1), yet making use of it for a good cause.

(1) “The Museum as Muse” was an exhibition done in 1999 at New York’s MOMA which gathered a survey of works that artists had addressed the museum: the surrealist exhibition commissioned by Duchamp, the abstractionism room by Lissitzsky, the Musee d’Art Moderne, Departement des Aigles by Marcel Broodthaers, the Brooklyn Museum by Joseph Kossuth, among many others.

Translated by: Maria José Anjos

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Exposição [Exhibition] – “Convite Cordial” – Plataforma Revólver

Exposição [Exhibition] - Convite cordial - Plataforma Revólver - LISBON

vistade 29 de Janeiro [January] a 20 de Março [March]
Inauguração quinta-feira [Inauguration thursday] 29 JAN 22h

Comissários [Commissioners]: Beatrice Catanzaro, Dani Soter e Victor Pinto da Fonseca

Rua da Boavista N.º 84, 3.º andar

1200 – Lisboa


00351 213 433 259
00351 961 106 590

press-release – versão portuguesa

press-releaseenglish version (soon)

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EMPTY CUBE – Lisboa [Lisbon]

Empty Cube

Exposição [Exhibition] – Ana Pérez-Quiroga 22 Janeiro 2009| 21.30h

EMPTY CUBE é um projecto independente, não comercial, aberto a propostas, e tem como objectivo ser um lugar para potenciar novas possibilidades onde cada artista se confronta com a especificidade deste espaço fechado, vazio e com dimensões reduzidas. Esta relação é essencial no sentido em que o limite não decorre apenas das condições que a sua dimensão proporciona, mas de uma articulação entre o trabalho do artista e a sua presença no espaço em estreita relação com o espectador. O projecto pode, eventualmente, ocorrer noutros espaços e lugares que se revelem interessantes para a continuidade do projecto.

Este projecto teve o seu primeiro momento, em Outubro de 2007, com “OUT OF THE CORNER OF THE EYE” do artista João Seguro, que sinalizou um momento experimental determinante para a sua continuidade sob a designação EMPTY CUBE.

O desenvolvimento do projecto terá uma calendarização anual e uma periodicidade bimestral podendo em casos excepcionais ser alterada. Os projectos apresentados terão uma apresentação única, com a duração de uma tarde ou de uma noite.

O espaço que acolhe o projecto EMPTY CUBE é cedido pela Galeria Filomena Soares e situa-se na Travessa da Manutenção – 4A, 1900-321 Lisboa.

Curadoria: João Silvério

Morada: [Address;] Travessa da Manutenção – 4A, 1900-321 Lisboa


*texto retirado do site do projecto EMPTY CUBE. – visite o site
*[The text was extracted from EMPTY CUBE project’s site.] – visit site please

EMPTY CUBE is an independent, non-commercial project that is open to proposals whereby artists explore and confront the specific typology of a closed, empty, confined space and all of its potential. This relationship with space is essential in that it not only conditions the artist’s work but also delineates a relationship whereby the work, its presence in space and the viewer are bound together. EMPTY CUBE may eventually be held in other sites or on other locations of interest to the project’s longevity.
Empty Cube celebrated its foundational moment in October of 2007 with the exhibition OUT OF THE CORNER OF THE EYE by artist João Seguro. This show was seminal in its experimentalism and has served to shape the continuity of this project.

Empty Cube has a yearly calendar of shows that will be held at regular intervals of two in two months. The periodicity of our shows is subject to change on exceptional occasions. Each show consists of a unique presentation over the course of an afternoon or evening.

The space that houses EMPTY CUBE has been generously loaned by Galeria Filomena Soares and is located on Travessa da Manutenção – 4 A, 1900-321, in Lisbon.

Curated by João Silvério

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