TONY CRAGG – New Sculptures/Drawings

TONY CRAGGRed Square, 2007
Bronze
70 x 80x 66 cm (28 x 31 x 26 in)



Tony Cragg

New Sculptures/Drawings
May 6 – June 13, 2009
Paris



Press-release | ENG | PT ( versão portuguesa não disponível )



GALERIE THADDAEUS ROPAC
TUESDAY-SATURDAY, 10AM-7PM

Address

7 RUE DEBELLEYME, 75003
PARIS, FRANCE

TEL 331 4272 9900
FAX 331 4272 6166

E. galerie@ropac.net

www.ropac.net



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Beatriz Milhazes – until 21 June | Fondation Cartier


beatriz milhazes

Press-kit with the interview with Beatriz Milhazes



PRACTICAL INFORMATION
The exhibition is open to the public every day
except Monday from 11 a.m. to 8 p.m. Open
Tuesday evenings until 10 p.m.

Admission: 6.50 €
Reduced rate *: 4.50 €
Admission free **
Free entry for visitors under 18 on Wednesday
from 2 p.m. to 6 p.m.

Ticket sales in advance at Fnac stores and on
fnac.com

* Students, under 25, “carte Senior” holders, “Amis des
Musées,” unemployed
** “Laissez-passer,” Circle of Friends, children under 10,
and ICOM members.

Group visits
Guided tours, Tuesday to Friday, from 11 a.m.
to 6 p.m. (min. 10 people).
Adults: 7 € per person.
Students and “Carte Senior” holders:
5 € per person.
Free admission for group leaders.
Self-guided tours, Tuesday to Sunday,
from 11 a.m. to 6 p.m. (min. 10 people).
Adults: 6 € per person.
Students and “Carte Senior” holders:
4 € per person.
Free admission for group leaders.
Advance booking essential.
Contact: Vania Merhar
Tel. +33 (0)1 42 18 56 67
vania.merhar@fondation.cartier.com

Laissez-passer
The “Laissez-passer” offers unlimited free
priority access to the Fondation Cartier and
invitations for Nomadic Nights (limited
number), a 5% discount at the bookshop.
It also offers privileges at other cultural



Access
261, boulevard Raspail 75014 Paris
Tel. +33 (0)1 42 18 56 50
Fax +33 (0)1 42 18 56 52
fondation.cartier.com
Metro Raspail or Denfert-Rochereau (lines 4 & 6)
Bus 38, 68, 88, 91
RER Denfert-Rochereau (line B)
Vélib’ 2, rue Victor Schoelcher
Disabled parking at 2, rue Victor Schoelcher

AICA/USA has awarded [premiou] Louise Bourgeois



The International Association of Art Critics (AICA/USA) has awarded Louise Bourgeois Best Monographic Show in New York City for 2007–08.

The exhibition, which was on view at the Guggenheim Museum from June 27–September 28, 2008, provided a full-career retrospective of Louise Bourgeois—an artist who has been at the vanguard of contemporary art for more than 70 years—and examined her intersection with many of the leading avant-garde movements of the 20th century, including Surrealism, Abstract Expressionism, and Post-Minimalism.

Nancy Spector, Chief Curator of the Solomon R. Guggenheim Museum and Curator of the Bourgeois exhibition in New York said, “We are deeply honored that our efforts have been recognized by the AICA. The award is a testament to Louise Bourgeois’s prodigious talent and to the vision of my colleagues at the Tate and the Centre Pompidou, Frances Morris, Marie-Laure Bernadac, and Jonas Storsve, who organized the retrospective.”

AICA was founded in 1948–49 in Paris and is made up of more than four thousand art critics. Winning projects in the U.S. were nominated and voted on by the four hundred American members of the association.

The awards ceremony will take place at the Guggenheim Museum in New York on March 2, 2009.


A Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA) premiou Louise Bourgeois com o galardão de Melhor Espectáculo Monográfico em Nova Iorque para o ano 2007-08 nos Estados Unidos.

A exposição, que esteve patente no Museu Guggenheim de Nova Iorque de 27 de Junho a 28 de Setembro de 2008, apresentou uma retrospectiva de todo o trabalho de Louise Bourgeois – uma artista que esteve na vanguarda da arte contemporânea durante mais de 70 anos – e analisou a sua ligação com os movimentos artísticos avant-garde do século XX, incluindo o Surrealismo, Expressionismo Abstracto e o Pós-minimalismo.

Nancy Spector, curadora do Museu Solomon R. Guggenheim e da exposição de Bourgeois em Nova Iorque, disse: “Estamos profundamente honrados que os nossos esforços tenham sido reconhecidos pela AICA. Este prémio é a prova do talento prodigioso de Louise Bourgeois e da perspectiva visionária dos meus colegas da galeria Tate e do Centro Pompidou, Frances Morris, Marie-Laure Bernadac e Jonas Storsve, que me ajudaram a organizar esta retrospectiva.”

A AICA foi fundada em 1949 em Paris e é constituída por mais de quatro milhões de críticos de arte até hoje. Os projectos vencedores nos Estados Unidos foram nomeados e votados pelos quatrocentos membros americanos desta associação.

A cerimónia de entrega de prémios terá lugar no dia 2 de Março de 2009, no Museu Guggenheim de Nova Iorque.



Note: Quotations from ArtDaily – The First Art Newspaper on the Net


Traduzido por: Jorge Reis


Revisão de: Maria José Anjos




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Claudio Parmiggiani – BIO


Claudio Parmiggiani


Claudio Parmiggiani nasceu em Luzzara, em 1943. Formou-se no Instituto de Belas Artes de Modena (1958 -1960), e finalizou a sua formação em Bolonha, onde estabelece um relacionamento de amizade com George, mestre de Gian Luigi Morandi, musico italiano nascido a 1944 que representou Itália na Eurovisão no ano de 1970. Daqui Parmiggianni arranjaria algumas influências, como mais tarde viria a influenciar-se, mais no sentido ético que estilístico, a partir do poeta italiano Emilio Villa, particularmente na concepção do relacionamento da arte com a vida.

Na segunda metade dos anos 60 Parmiggiani vivia em 63 um clima de intensa colaboração entre artistas e poetas. Neste período, marcado também pelo encontro com Emilio Villa, poeta italiano (1914 – 2003), Claudio Parmiggiani trabalha até à década de setenta e realiza trabalhos como a “Tabela temporal” – 1968 – , “Atlas” (1970), estando os trabalhos do período 1967 – 70 carregados de uma poetização do espaço. Realizou também trabalhos que são envolvidos por luz e espaço, como por exemplo a “luz, luz, luz” (1968 ) e “Labirinto” de vidros partidos (1970).

Durante os anos 70, os seus trabalhos têm origem no espaço onde são apresentados, na procura de uma nova dimensão metafísica entre a relação Obra – Espaço. Em 1975 Parmiggiani inicia planos para a obra “Uma escultura”, cujas quatro partes foram colocadas em quatro pontos geográficos da Terra (Itália, Egypto, França e Checoslováquia). Este trabalho foi finalizado em 1991.

Entre os seus trabalhos permanentes no que ele chama de museu Terra (natureza) estão: “A floresta vê-te e ouve-te” no parque de Pourtalés, Estrasburgo (1990), a “Baliza de Islândia”, uma luz colocada permanentemente no deserto islandês e “Melancolia II” em (2002).

São numerosas as exibições que foram feitas em Itália e no resto do mundo: Tóquio, Veneza, Nova Iorque, Paris – em todas elas uma atenciosa dedicação da relação entre arte e poesia (poesia concreta), e ainda mais em, Paris, Tóquio, Innsbruck, Marselha, Viena, Roma, Berlim, Nova Iorque, Milão, Barcelona, Maastricht, Boston, Frankfurt, Zurique, e Bruxelas.

Entre estas exibições há também as realizações cenográficas para o Teatro Municipal de Reggio Emilia, “Pinturas nos arcos” (1992), “Comédia” (1998), e no teatro romano de Verona, “Cabiria” (1994); Incluindo também publicações de vários livros: “Atlas temporal e mesas” (1968), “Deslocação, Abstracção, Branco” (1970), “Alfabeto” (1975), “Eraclito pintado” (1976), “Poesias” (1981), “A cor do sangue” (1988), “Papeis brancos, a reforma da geometria” (1990), “Estrela, Sangue, Espirito” (1995), “Pó” (1998); e ilustrações dos livros de Emilio Villa, Nanni Balestrini e Corrado Costa, Mario Diacono, Charles Baudelaire e William Butler Yeats.

O seu trabalho não estaria completo se não houvesse uma referência aos vídeos: “Deslocação” (1974), “A torre e a Terra” (1989), “A escultura” (1992), “A Floresta vê-te e ouve-te” (1992), “Sem Titulo” (1995).


Claudio Parmiggiani was born in Luzzara, in 1943. He trained at the Istituto Statale di Belle Arti of Modena, (1958-1960) and finished his studies in Bologna. There he met Giorgio Morandi, an Italian musician born in 1944 who represented Italy in the Eurovision contest in the year of 1970. Morandi became Parmiggiani mentor and influenced him in a more stylistic rather than ethical sense, particularly about his own way of conceiving art in its relationship with life.

In the 60s, Parmiggiani lived an intense collaboration with artists and poets. It was during this period that Parmiggiani met the Italian poet Emilio Villa (1914-2003) and produced “Tavole temporali” (1968) and “Atlante” (1970). From 1967 until 1970 his artworks are characterised by space poetry. In his pieces “Luce, luce, luce” (1968) and “Labirinto di vetri rotti” (1970), light and space are put together.
During the 70s, his works were related to the space they were presented at, in search for a new metaphysical dimension between artwork and space. In 1975, Parmiggiani started “Una scultura”, an artworks divided in four parts, each placed in a different part of the globe (Italy, Egypt, France and Czech Republic). This work was finished in 1991.

Between his permanent works in what he calls the “earth museum” (nature) are “Il bosco guarda e ascolta” (1990) in the Parc de Pourtalès, Strasbourg, “Il faro d’Islanda” (2000), a light placed in a tower in a deserted land in Iceland, and “Melancolia II” (2002).
Many exhibitions have taken place in Italy and throughout the rest of the world: Tokyo, Venice, New York, Paris, Innsbruck, Marseilles, Vienna, Rome, Berlin, Barcelona, Maastricht, Boston, Frankfurt, Zurich and Brussels. In all of them, there is a noticeable dedication to the relationship between art and poetry (concrete poetry).

In-between exhibitions, Parmiggiani also worked as a costume and set designer in “Pitture per archi” (1992) and “Comoedia” (1998) for the Municipal Theatre Valli of Reggio Emilia and “Cabiria” (1994) for the Roman Theatre of Verona. He also published several books: “Atlante e Tavole temporali” (1968), “Delocazione, Astrazione, Blanc” (1970), “Alfabeto” (1975), “Eraclito” (1976), “Poesie dipinte” (1981), “Il Sangue del Colore” (1988), “Carte nere, Geometria reformata” (1990), “Stella Sangue Spirito” (1995), “Polvere” (1998); and did book illustrations for works by Emilio Villa, Nanni Balestrini and Corrado Costa, Mario Diacono, Charles Baudelaire and William Butler Yeats.
His work wouldn’t be completed without a few video projects: “Delocazione” (1974), “La torre e Terra” (1989), “Una scultura” (1992), “Il bosco guarda e ascolta” (1992) and “Untitled” (1995).


O Espaço [Space] – Claudio Parmiggiani


A Temporalidade em [The timeliness in] Claudio Parmiggiani



Escrito por [Written by]: Jorge Reis


Translated by: Maria José Anjos




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